Experimentar a morte abrupta e estúpida de uma pessoa querida é um tanto estranho e dolorido. Ah, que vontade de fazê-lo acordar daquilo que me parecia apenas um sono profundo, vontade de sacudi-lo e rir depois de um brincadeira sem graça que não aconteceu. Ele não levantou. A terra serviu como manto inóspito e frio. Nos dias seguintes, nas semanas seguintes, não; ele não voltou.
Ele não voltará, mas nos encontraremos, sei disso.
Só queria que ele soubesse que brota vida da sua morte.
Vida eterna.
Há um Deus maravilhoso que faz vida brotar da morte e morte brotar da vida.
Morrerá o velho homem.