É assim, aquela preça para acabar com a abstenção involuntária de prazer.
É aquela fome insaciável.
É a música que não deveria cessar.
É o compulsivo.
É o destrutivo.
É o perder-se.
É a distância do que há de melhor si.
É o tempo que não passa.
É o tempo que não volta.
A inocência.